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quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Um Exemplo de Liderança / An Example on Leadership

Numa pequena acção, um grande gesto.

A menina, de 13 anos, ganhou um prémio e foi cantar o hino dos EUA, num jogo da NBA.
Vinte mil pessoas no estádio. Ela afinada e compenetrada.
De repente o braço tremeu, engasgou -se, esqueceu-se da letra... e DEU UMA BRANCA!!!
Treze anos, sozinha, ali no meio. e o público ameaça uma VAIA.
De repente, Mo Cheeks, técnico dos Portland Trail Blazers, aparece ao seu lado e começa a cantar, incentivando-a, e trazendo o público.
Só o técnico tomou a iniciativa de ir até lá para ajudar, enquanto à volta dela começava-se a ensaiar a vaia.
Mo Cheeks, mostra o que é liderança e como uma atitude de apoio, NA HORA CERTA, pode fazer uma grande diferença, para ajudarmos e mudar a história do JOGO da vida.
Será que isso já não nos aconteceu? E a nossa atitude, foi como a do técnico Mo Cheeks ou como a de todos os outros que estavam à sua volta?

HÁ PESSOAS QUE ESTÃO NO MUNDO PARA AJUDAR... OUTRAS PARA VAIAR. (PENSEM BEM NISTO!!!!)
Liderança é isto!
PENSE NISSO. AGORA VEJA O FILME...

A Tradução que se segue foi revista por ISABELL C. CAMILLO, da AVA Linguistics (Canadá)  http://www.avalinguists.com/ 
É um prazer verificar que há quem acredite em partilhar, não é?! Dá vontade de usar os seus serviços!
The translation that follows has been reviewed, as a gesture of partnership, by ISABELL C. CAMILLO, from AVA Linguistics (Canada) http://www.avalinguists.com/
It is a pleasure to confirm that there are people realy willing to SHARE, isn't it? It makes us wish to use their services!
An Example of Leadership

A simple action, a great example.

A girl, 13 years old, won a prize and was asked to sing the USA national anthem AT an NBA game.

20,000 people around the field, she is tuned and concentrated.

Suddenly, her arm trembles, she chokes, forgets the words... and goes BLANK!!!

13 years old, alone in the center of the stage, the audience threatens to start hissing.

In a fast move, MO CHEEKS, Portland Trail Blazers' Coach gets by her side and starts singing, encouraging her and 'bringing' back the audience.

He was the only one to take the initiative to help, while all around the young girl a hissing event was being prepared.

With his attitude of support and encouragement, MO CHEEKS shows us what leadership is really about. 

At the RIGHT TIME, it may make a huge difference in order to help and change the history of this GAME we call life.

Has this ever happened to us? Which attitude have we taken when it happened: MO CHEEKS's or the audience's?

 

THERE ARE SOME PEOPLE WHO ARE IN THIS WORLD WILLING TO GIVE... THERE ARE OTHERS WHO ARE ONLY PREPARED TO HISS. (THINK ABOUT THIS!)

This IS leadership!

Think about it and now watch the video.

 

Luís Cochofel
LC+DPE, Lda
+351 91 946 25 96

sábado, 29 de novembro de 2008

A Atitude de VENDA RELACIONAL

(baseado em Conferência de Jim Cathcart, que pode ver, clicando no link abaixo ou no título deste artigo)
O propósito das Vendas é o de sermos capazes de fazer coisas boas pelos outros, de forma lucrativa, para podermos continuar a fazê-lo indefinidamente.
Isto envolve uma forma diferente de pensar nas Vendas, envolve aptidões diferentes para efectuar as Vendas, envolve estratégias de actuação diferentes na forma de nos aproximarmos e mantermos a relação com o nosso futuro Cliente para realizarmos as Vendas.
O que se pretende com o presente texto, é que cada um pense sobre a sua atitude enquanto Vendedor e se torne no ‘Responsável’ pelas suas Vendas futuras.
Se você estabelecer uma boa relação com alguém e nunca lhe conseguir uma nota de encomenda, o que é que isto valeu para si? Em números redondos: 0 (zero), que é o número mais redondo que se conhece… Pois é, não valeu de nada para si, a não ser numa base de relacionamento pessoal.
E se, noutro caso, conseguiu a Venda mas não cultivou uma relação com a pessoa que lhe comprou - não fez, por exemplo, o acompanhamento da satisfação do Cliente - como vai ser a sua próxima chamada ou visita a este Cliente? Dura e difícil, não é? E muito mais difícil do que a primeira que lhe fez, com a qual conseguiu a Venda!
A Venda Relacional é um conceito único, não são duas coisas separadas que alguém resolveu juntar: é uma forma de pensar sobre as Vendas, é uma forma de praticar o que fez de si um Vendedor, é uma filosofia de vida, um conceito, uma forma de estar na vida.
Mas, o conceito fundamental que a Venda Relacional defende é que as Vendas devem ser vistas como um acto que envolve uma relação, marcada, primeiro, pela necessidade dos nossos produtos ou serviços por parte do Cliente e pela nossa necessidade de vender, e, depois, por uma relação marcada por laços que cheguem a poder chamar-se de amizade. Não é, portanto, apenas uma negociação. A negociação é um detalhe que faz parte do processo de Vendas.
O que nós queremos, quando nos apresentamos pela primeira vez a um Cliente, não é esta Venda que estamos a fazer hoje. Queremos, isso sim, todas as futuras encomendas de produtos ou serviços como o nosso, que este Cliente venha a fazer de hoje até ao fim dos seus dias enquanto agente de negócios.
Por isso o que devemos querer com os nossos Clientes é criar laços de conexão com eles com base em clara e boa comunicação e os mais elevados padrões de serviço, de forma a ser o seu Parceiro durante toda a sua vida enquanto comprador dos produtos ou serviços que nós oferecemos.
Penso que é o que qualquer Vendedor quer, também, não é?
Quer venda serviços, produtos ou parcerias de serviços e produtos para oferta de soluções tipo chave-na-mão, seja o que for que se venda, o que queremos, de facto, é conseguir todas as Vendas futuras para aquele Cliente específico.
Como é que se consegue isso? Consegue-se construindo relações de confiança e amizade que sejam sólidas e lucrativas.
Quando pensa numa amizade e na forma como ela se desenvolveu, verificará que se tratou de um processo, não foi algo que aconteceu de um minuto para o outro no momento em que se apresentaram.
Começa por um primeiro contacto, meramente formal, e mudará de estatuto em função, apenas, dos interesses de ambos. Para chegar ao momento em que se pode catalogar como ‘relação de amizade’ há um grande caminho a percorrer.
De um mero conhecido temos poucas expectativas: o nível de confiança é nulo ou muito baixo dado que nós não conhecemos o outro, nem ele a nós, o suficiente para se gerar aquela confiança. O que esperamos é que o outro seja, pelo menos para nós, inofensivo, que faça o que tem para fazer e que desapareça quando acabar, deixando-nos com o serviço prestado, tranquilos para seguirmos com as nossas vidas.
Usemos como exemplo o empregado de balcão de um restaurante de refeições rápidas: quando vamos lá, estamos com alguma pressa, queremos ser rapidamente atendidos, que nos seja entregue o que escolhemos e as nossas expectativas não passam disto. Dificilmente criaremos alguma conexão com o funcionário: ele também tem pressa e não tem tempo nem disponibilidade para mais do que registar rapidamente o nosso pedido, servir, e eventualmente, sorrir-nos, de forma impessoal, quando nos está a entregar o tabuleiro ou o troco. A nossa relação acaba aqui. A minha relação com o fornecedor pode não ter acabado, se fui bem servido, rapidamente, as mesas estavam limpas, e ninguém me incomodou. Mas isto não depende da minha relação com aquele empregado e, amanhã, posso escolher outra loja da mesma cadeia porque é à marca que presto atenção. Aquele empregado pode não voltar a beneficiar das minhas compras!
Se olharmos, agora, para a nossa relação com um restaurante tradicional o que é que vamos encontrar? Que, na grande maioria dos casos, a nossa escolha recai sobre um em que conhecemos e sentimos conexão com o dono ou um empregado e estamos certos de nos sentirmos especiais enquanto somos servidos. Muitas vezes sabemo-lo de tal forma que já nem temos que escolher o que comer e sabemos que vamos sair muito satisfeitos.
Muitos profissionais de Vendas, infelizmente, esqueceram-se disto, e funcionam como o rapaz da caixa do restaurante de refeições rápidas. Quando vão fazer uma primeira chamada telefónica, ou visita, a um potencial Cliente que não conhecem, agem assim: focam-se nos detalhes, de forma impessoal, desde as características do que têm para vender até aos preços, em vez de estabelecerem comunicação personalizada que lhes permita conhecer as necessidades do potencial Cliente e, assim, falar-lhe do valor da sua proposta de fornecimento de serviços ou produtos para ele, Cliente, e para a sua organização.
Ao perguntar, estamos a demonstrar interesse pelo caso concreto que está, neste momento, perante nós e ele, o nosso potencial Cliente, sente-o e reage, habitualmente, de forma positiva, dando-nos informações que nos são úteis para a nossa abordagem aquando da apresentação de proposta de fornecimento.
Ao progredir no caminho que leva do conhecimento formal até à amizade, o que vai acontecer é que os níveis de conhecimento efectivo dos interesses do outro, bem como os de confiança, sobem e, à medida que estes crescem, a tensão e eventual desconfiança do Cliente diminuem, possibilitando uma maior e mais verdadeira troca de informação entre ambos.
Aumentando os níveis de informação sobre as necessidades particulares do Cliente, poderemos, então, começar a antecipar propostas de solução que a nossa Empresa possa prestar.
Ao atingirmos o patamar em que já nos podemos considerar amigos do nosso Cliente, o que acontece é que os níveis de confiança dele para connosco são tais que ele já espera que sejamos nós a propor os serviços de que ele necessita.
O que se espera de um amigo é que, ainda que ele esteja a passar um dia mau, não nos faça, a nós, passar um dia tão mau como o dele. E é isto que ele espera de nós, também.
Então, se conseguirmos progredir, de meros conhecidos até sermos vistos como amigos, em cada uma das nossas relações com qualquer dos nossos Clientes, as Vendas serão muito mais Lucrativas, muito mais Fáceis (algumas quase ‘automáticas’), e o mais provável é que sejam agora os Clientes a ligarem-nos e a perguntar:
‘- De que é que eu preciso agora? Quero encomendar…Adaptado por, Luís Cochofel Novembro de 2008

terça-feira, 28 de outubro de 2008

A felicidade exige valentia. (Fernando Pessoa)

"Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes mas, não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo, e posso evitar que ela vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um "não". É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir um castelo..."
Fernando Pessoa - 70º aniversário da sua morte

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Aprenda a Eliminar Objecções, nas Vendas

Nem de propósito!
Pensava eu em criar este Blog, e surgiu, na minha caixa de email, este texto do JIM CATHCART, que fala exactamente do que eu pretendo obter com aquela criação: Vendas.
Não hesitei: pus-me logo a traduzir o texto e decidi usá-lo, ainda sem autorização do autor, como primeiro artigo publicado aqui.
De seguida, enviei um mail a pedir autorização para usar os textos publicados nas suas newsletters ao Jim Cathcart (www.Cathcart.com), ao Jim Clemmer ( www.jimclemmer.com) e à equipa do E-Myth Insider (www.e-myth.com), dado que estou de acordo com as suas posições quanto à vida das pessoas nas empresas.
Espero que este blog o ajude a si, leitor, a desenvolver as suas convicções relativamente à atitude certa a ter perante a vida: esteja, ou não, de acordo com o que aqui se vai ler.
APRENDA A ELIMINAR OBJECÇÕES, NAS VENDAS
por JIM CATHCART
Alguns profissionais de vendas perguntam-me ‘e quanto a objecções?’. A minha resposta é que elas devem ser tratadas como preocupações e não como objecções. Um jogo de palavras? Não, uma alteração do foco. Os Clientes têm mil razões para estar preocupados sobre variados aspectos: preço, quantidade, segurança, valor, etc. Mas estas não têm que se transformar em objecções à compra.
Se V. compreender qual é a preocupação do Cliente, pode-se referir a ela no momento certo e eliminar ou reduzir o efeito que aquela preocupação produz.
Prepare: esteja pronto para fazer bem o seu trabalho. Na Preparação, V. pode prever quais as preocupações mais comuns e preparar-se para elas.
Conecte: estabeleça comunicação confiável. Ao estabelecer Conexão, vai ser capaz de construir confiança e não ser visto como uma ameaça.
‘Assess’(*): compreenda como pode beneficiar o Cliente. Ao ‘Assessar’, vai apreender quais são as preocupações e determinar a sua importância.
Solucione: faça com que o Cliente veja como V. o vai beneficiar. Ao ‘Solucionar’, vai poder mostrar todas as razões que há para lhe comprarem apesar das preocupações.
Comprometa-se: torne a venda uma realidade. Com o Comprometimento, não vai ter que lidar com objecções porque já as eliminou.
Assegure: verifique que o Cliente recebe os benefícios que comprou. Ao Assegurar, vai afastar qualquer remorso de comprador, ao relembrar ao Cliente porque é que esta é uma boa compra.
As pessoas tornam a venda em algo mais difícil do que é necessário. A Relação de Vendas é, meramente, o acto de servir os amigos do seu negócio de uma forma proveitosa.
(*) ‘Assess’ foi aqui deixado em inglês, como no original. Fi-lo por entender que, ao usar uma única palavra em português, o podia desvirtuar. Explico-me: para mim, ‘assessment’ é o acto de nos transformarmos no outro, tentando obter a perspectiva do que ele vê e de como vê os nossos próprios movimentos (sejam eles actos individuais, produtos ou serviços fornecidos). Ao verificar, nos dicionários que tenho em casa, e que já têm alguns anos, a que é que corresponde a palavra ‘assess’, encontrei uma série de referências à definição de taxas e impostos. O que é que isto tem a ver com a definição que, eu mesmo, dou acima? A determinação de valor de um produto ou serviço carece, tal como o imposto que lhe vai ser aplicado, daquele mesmo exercício de abstracção: o que é que lhe determina valor?; que função (primária, social, lúdica, etc.) desempenhará quando utilizado?, são questões a que há que responder, e que se aplicam igualmente naquela acção a que na gestão de pessoas se tem chamado ‘assessment’.
Dado que estou a usar um texto de outrem, que, ainda por cima, eu próprio traduzi, junto a versão original que inclui as referências do autor:
Acorn E-Letter
by Jim Cathcart
part 37
Welcome to this week's tip from Jim Cathcart. If you are receiving this weekly mailing at the request of your company please contact them with any questions about this series.
The Relationship Selling E-Mail Course
The Relationship Selling E-Mail Course, based on the principles found in Jim Cathcart's trend-setting book The Eight Competencies of Relationship Selling, is a bite-sized sales training system delivered in 52 easy-to-use weekly emails.
Order Securely Online
Learn to Eliminate Sales Objections
By Jim Cathcart
Some sales people ask me,"what about objections?" My response is to treat them as concerns not as objections. A play on words? No, a change in focus. Customers have thousands of reasons to be concerned about various items; price, quantity, safety, value, etc. But these don't need to become objections to buying.
If you understand the customer's concerns, you can address them at the appropriate time and reduce or eliminate their effect.
Prepare: Be ready to do your job well. In Preparation, you can anticipate the most common concerns and prepare for them.
Connect:Establish truthful communication. In Connecting, you can build trust and not be seen as a threat.
Assess: Understand how you can benefit the customer. In Assessing, you can learn what the concerns are and determine how important they are.
Sovle: Get the customer to see how you can benefit them. In Solving, you can show all the reasons for buying from you in spite of concerns.
Commit: Make the sale official. In Committing, you don't have to deal with objections because you have already eliminated them.
Assure: See that the customer receives the benefits bought. In Assuring, you can forestall any buyer's remorse by reminding the customer why this was such a good purchase.
People make selling much harder than it needs to be. Relationship Selling is merely the act of serving your business friends in a profitable manner.
Cathcart Institute Inc., 5927 Balfour Court, Ste. 103 Carlsbad, CA 92008, USA